Quando a IA ganha autonomia, quem governa agentes, APIs e decisões?

Agentes de IA já acessam sistemas corporativos, utilizam APIs e executam operações de forma autônoma. Como garantir que essas ações permaneçam seguras?


No APICON 2026, Fernando Salla, Sales Director LATAM da Cequence Security, abordou os desafios da segurança de agentes de IA, a importância da governança de APIs e a aplicação de Zero Trust, Agent Personas e Behavioral Identity.


Acesse os slides da palestra e conheça os principais conceitos apresentados.


O que você encontrará na apresentação?


A autonomia dos agentes de IA amplia as possibilidades de automação, mas também exige maior atenção aos recursos que esses sistemas conseguem acessar e às operações que podem executar.


Na apresentação, Fernando Salla explora questões relevantes para profissionais de segurança e tecnologia:


Os riscos da autonomia sem controle

Conheça os casos da PocketOS e da OpenAI e entenda como permissões excessivas e restrições insuficientes podem permitir comportamentos inesperados.


O papel das APIs na segurança de agentes de IA

Entenda como as APIs conectam agentes aos sistemas corporativos e por que a visibilidade sobre essas interfaces se tornou essencial.


Zero Trust aplicado à IA agêntica

Explore os conceitos de Agent Personas, Behavioral Identity e Least Privilege e sua importância para estabelecer funções, acompanhar comportamentos e limitar permissões.


Da proteção de APIs à governança dos agentes

Conheça a abordagem da Cequence para combinar API Security, AI Gateway e políticas de controle em ambientes que utilizam agentes autônomos.

Acesse a apresentação

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